A minha mãe deu-me mais um livro de curiosidades sobre os alimentos e o mundo da culinária lá no meio vinha esta receita...
Claro está que tive de dar o meu toque especial :-P Espero que gostem porque o nosso almoço estava delicioso :-D
Para 4 pessoas!
Ingredientes:
- 4 dentes de alho esmagados
- sal e pimenta preta qb
- 4 colheres de sopa de margarina
- 1 colher de sopa de azeite
- 3 cebolas grandes às rodelas
- 1 galinha caseira cortada aos pedaços (ou uma galinha com cerca de 1,300kg)
- 2 colheres de sopa de paprica
- 300 mL de água
- 200 mL de natas de soja
- alho em pó qb
Preparação:
Derreta a margarina numa caçarola grande e acrescente o azeite, as cebolas e os alhos. Refogue durante cerca de 15 minutos. Tempere com alho em pó e pimenta preta. Junte os pedaços de galinha e deixe refogar até ficarem dourados.
Aos 300 mL de água adicione as 2 colheres de sopa de paprica, misture bem e adicione à galinha. Deixe levantar fervura, tape e deixe cozinhar cerca de 40-50 minutos, mexendo de vez em quando para não pegar.
Transfira os pedaços de galinha para uma travessa quente. Deixe o molho reduzir para metade e, com uma colher tire um pouco de molho; adicione às natas. Deite a mistura de natas na caçarola, a pouco e pouco para não talhar o molho. Ponha o molho em cima dos pedaços de galinha.
Sirva com batata assada com casca e temperada com sal e alho em pó.
Ingredientes:
- 2 bifinhos de peru às tiras
- 4 dentes de alho esmagados
- sumo de 1 limão
- pimenta preta qb
- alho em pó qb
- mistura de alho com pimentão qb
- 1 alho francês às rodelas
- 1/2 pimento encarnado aos cubos
- 1 lata de cogumelos laminados
- 1/2 colher de sopa de azeite
- 1/2 copo de vinho branco
- tortellini de espinafres e ricotta fresco
- 200 mL de natas de soja
- queijo parmesão ralado qb
- oregãos qb
Preparação:
Temperar os bifes com todos os temperos (alhos, limão, pimenta, mistura alho e pimentão e alho em pó) e deixar no frigorífico a marinar pelo menos 5 horas.
Numa frigideira, coloque os bifes com a marinada, o alho francês, o pimento encarnado, os cogumelos, o azeite e o vinho branco; misture bem e deixe cozinhar em lume brando, mexendo de vez em quando, cerca de 30-40 minutos. Adicione as natas e misture tudo muito bem e deixe cozinhar mais 10 minutos em lume brando.
Coza o tortellini . Coloque a massa no prato e o molho por cima e polvilhe com queijo e oregãos.
Ingredientes:
- 1 lata de cogumelos laminados
- 4 fatias de bacon às tiras
- 4 fatias de carne assada aos pedaços
- 4 folhas de alface ripadas
- 2 dentes de alho esmagados
- 1/2 cebola às rodelas
- 1 ovo cozido às rodelas
- oregãos qb
- pimenta preta qb
- 1 colher de sopa de azeite
- 2 colheres de sopa de vinho branco
- maionese qb
Preparação:
Numa frigideira anti-aderente coloque os alhos, o azeite, o bacon, os cogumelos e a carne deixe saltear durante 5 minutos e tempere com os oregãos e a pimenta preta. Deixe saltear mais 8-10 minutos e adicione o vinho branco; mexa bem e deixe cozinhar lentamente em lume brando até o molho evaporar na totalidade.
Num prato fundo junte a cebola, a alface, o ovo e por último o preparado anterior.
Por último, adicione a maionese.
Hoje em dia estima-se que 30% dos casos de cancro poderiam ser prevenidos tendo um determinado comportamento alimentar.
Factores anticancerígenos: * Frutas e vegetais * Alhos e cebolas * Cereais integrais * Citrinos e quivis * Uvas pretas, cacau, azeitonas, azeite e chá verde * Crucíferas (brócolos, couves, ...) * Gérmen de trigo e óleo de gérmen de trigo * Tomates, pimentos, cenouras, frutas e vegetais amarelos, vermelhos, laranjas e verdes
Lista "negra": * Tabaco * Excesso de álcool * Excesso de exposição ao sol * Excesso de consumo de gorduras saturadas e calorias * Consumo frequente de alimentos salgados, fumados e com molhos * Alimentos grelhados na brasa muito queimados nas partes gordas
"Cinco por Dia": * Uma das melhores "receitas" anticancerígenas é comer 5 doses diárias de frutas e vegetais por dia, por exemplo: *** Um sumo natural ou uma peça de fruta ao pequeno-almoço *** Duas peças a mais de fruta entre refeições ou à sobremesa *** Uma salada antes do prato principal ao almoço *** Legumes cozidos como guarnição para o jantar
Um "mini-lanche" a meio da manhã ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue e a vitalidade até à hora do almoço. Ideal para todas as pessoas, grandes ou pequenos e para as pessoas (que como eu!) têm dificuldade em comer logo que acordam.
Mesmo que se esteja de dieta é fundamental comer a meio da manhã. Este pequeno lanche tem como finalidade manter os níveis de glucose (açúcar) no sangue e que se chegue à hora de almoço com uma enorme sensação de fome. Pode ser ainda visto como um completo ao pequeno-almoço para aquelas pessoas que quando acordam mal conseguem comer.
Podemos optar por um lanche leve, energético ou nutritivo. O lanche leve é à base de frutas, podendo sempre escolher a maçã. Esta contribui com açúcar de rápida absorção e com fibra que vai saciar, fornece vitaminas e minerais e ainda reforça as gengivas e mantém os dentes limpos. Outro lanche ainda mais leve e extremamente rico é a cenoura. O lanche energético é uma mão cheia de frutos secos (excluindo os aperitivos industriais), ricos em nutrientes, proteínas, ácidos gordos insaturados e ainda alguns minerais tais como o ferro e o cálcio. Por último, o lanche nutritivo pode ser uma sanduíche de pão integral e recheios pobres em gorduras saturadas (paio; presunto; queijo fresco; patê de vegetais de cogumelos, de ervas aromáticas, etc; peito de peru; atum ao natural) e alguns legumes (alface; tomate; anchovas).
Ingredientes:
- 2 chávenas de arroz vaporizado
- 5 chávenas de água
- 3 dentes de alho grandes esmagados
- 50g de azeitonas sem carroço
- 50g de bacon às tiras
- 2 colheres de sopa de azeite
- 1 folha de louro
- mistura de alho e pimentão qb
- pimenta preta moída na altura qb
Preparação:
Num tacho, coloque os alhos, o azeite, as azeitonas, o bacon e o louro e leve ao lume brando mexendo sempre. Deixe saltear, durante 3-5 minutos. Tempere com a pimenta preta e a mistura de alho e pimentão, mexa bem e adicione o arroz, mantendo sempre o lume baixo.
Deixe o arroz fritar durante 5 minutos, nunca parando de mexer e adicione a água.
Deixe cozinhar até o arroz ficar solto.
Excelente acompanhamento para pratos de carne.
Ingredientes:
- 1 colher de sopa de azeite
- 2 dentes de alho esmagados
- 2 colheres de sopa de coentros frescos picados
- 2 chávenas de arroz vaporizado
- 5 chávenas de água
- 1/2 caldo de galinha
Preparação:
Num tacho coloque o azeite, os alhos e o caldo de galinha e leve ao lume brando mexendo sempre. De seguida, junte os coentros e o arroz e deixe cozinhar mexendo sempre durante 3 - 5 minutos.
Por último, adicione o arroz e mexa. Deixe cozinhar até o arroz estar cozido.
Quem me conhece deve estar a pensar que até já parecia mal nunca ter dedicado um mês a este alimento que tão querido é para mim! lololol Pois cá está alguns dos "segredos" deste peixe!
O bacalhau desde sempre esteve presente na alimentação dos portugueses, sendo um dos pescados mais requisitados pelo mundo fora devido as suas características excepcionais. O bacalhau é um peixe constituído, principalmente, por água, proteínas, vitaminas e lípidos. Sendo que o seu músculo apresenta um elevado teor proteico e baixo teor de gordura, daí o bacalhau ser um peixe indicado nas dietas. Para além do músculo, outros produtos do bacalhau são conhecidos, tais como, o Óleo de Fígado de Bacalhau, que é rico em gordura, é extraído das vísceras do peixe.
O bacalhau foi descoberto pelos portugueses no século XV no tempo dos descobrimentos, como era um peixe cuja conservação era possível sendo seco e salgado mantendo as suas características intactas, era o ideal para as celebres viagens dos portugueses durante o tempo dos descobrimentos. Também nesta altura, na Europa, viviam-se tempos de fome e miséria, e tendo em conta as características deste peixe, o bacalhau, acabou por se tornar famoso entre os europeus.
Após diversas tentativas de salgar os peixes que se encontravam ao largo da costa portuguesa e tendo em conta que o resultado não era o esperado, os portugueses descobriram o bacalhau no Atlântico Norte, pensa-se que no ano de 1497. Começaram a pescá-lo ao largo da costa do Canadá.
Antes desta época existem registos de que os vikings antes dos portugueses já secavam o bacalhau no entanto como não conheciam o sal, não o salgavam. E de que os bascos no primeiro milénio já comercializavam bacalhau salgado seco.
O bacalhau permaneceu nas nossas tradições até aos dias de hoje, e é muito apreciado pelo mundo fora.
Com o passar dos tempos descobriram-se outras espécies semelhantes ao bacalhau, que se podiam conservar através da salga e da secagem.
Hoje em dia, e devido também ao preço a que o bacalhau é comercializado, há quem opte por comprar as suas espécies afins. Sendo que, por exemplo, muitos nem notam a diferença e pensam que estão a comer bacalhau quando na verdade estão a saborear paloco ;-)
As diferentes espécies de Bacalhau
Bacalhau pertence à família dos peixes actinopterígeos – Gadidae do género Gadus. Bacalhau deriva do latim baccalaureu.
Existem várias espécies de bacalhau, no entanto, apenas 3 são as mais importantes e as mais comercializadas, o bacalhau-do-atlântico – Gadus morhua – o bacalhau-do-pacífico – Gadus macrocephalus – e o bacalhau-da-gronelândia – Gadus ogac. E todas elas são capturadas nas águas frias do hemisfério norte. Este peixe vive em mares com temperaturas entre 0ºC e 10ºC, pode ser encontrado nos mares da Noruega, Islândia, Rússia, Gronelândia, Alasca e Canadá.
É considerado como o bacalhau mais nobre que existe. Pode ser capturado nas águas frias do oceano Atlântico ao largo da Noruega e da Islândia. Apresenta a linha lateral clara, a sua cor varia de acastanhada a esverdeada ou cinzenta e o peritoneu é prateado. Após seco e salgado apresenta uma coloração palha uniforme e as suas postas são altas e largas.
É encontrado no Oceano Pacífico, comparado com o Gadus morhua esta espécie tem um coloração ligeiramente mais clara e pode ser facilmente desfiado, isto porque se trata de um peixe mais musculado. Apresenta 3 barbatanas dorsais e 2 anais, um barbo de queixo longo, a sua linha lateral é em forma de arco sob as 1.ª e 2.ª barbatanas dorsais e é recta para a cauda, terminando sob a 3.ª barbatana dorsal e pode ser castanho ou cinzento com as fases claras.
Ao compararmos esta espécie de bacalhau que pode ser capturada ao largo da costa da Gronelândia com o bacalhau-do-atlântico, verificamos que este peixe é mais pequeno e mais redondo que o Gadus morhua. O seu peritoneu é mais escuro do que o das outras espécies. O bacalhau da Gronelândia é o menos conhecido pelos consumidores portugueses.
Espécies Afins
Existem diversas espécies semelhantes ao bacalhau que são comercializadas como sendo espécies afins do bacalhau.
Pertence à família do bacalhau, é conhecido como Paloco ou Escamudo-do-alasca, é encontrado nas águas frias do Alasca. Apresenta as barbatanas dorsais amplamente separadas, a linha lateral é contínua e a sua cor do corpo é azeitona verde acastanhada nas costas, tornando-se prateada nos lados e pálida no ventre.
O seu nome comum é escamudo, mas também pode ser conhecido como saithe. Pertence à família do bacalhau mas o seu sabor é mais forte e a sua coloração é mais escura. Pode ser encontrado nos mares da Noruega, da Islândia e no Golfo da Biscaia. Apresenta o barbo do queixo pequeno, a sua linha lateral é lisa e pálida ao longo do seu corpo, a cor do corpo é verde acastanhado na zona dorsal, tornando-se ligeiramente mais pálida no ventre.
Arinca ou Alecrim, é um peixe da família dos Gadidae que pode ser capturado no Nordeste Atlântico, no entanto, é mais pequeno do que o bacalhau. A sua boca é pequena, a maxila inferior é mais curta que a maxila superior e o barbo do queixo é pequeno, a linha lateral é escura e apresenta uma grande mancha escura por cima da barbatana peitoral.
O lingue é o mais estreito dos peixes da família do bacalhau. A sua carne é branca. Podemos encontrar este peixe ao largo da costa da Islândia. Possui a maxila superior projectada além da inferior e a sua cor é castanha avermelhada no dorso e branca no ventre.
Para além destas espécies mencionadas, também são consideradas como espécies afins do bacalhau, o Paloco ou Juliana – Pollachius pollachius – o Bacalhau do Árctico – Eleginus navaga – e o Bacalhau Polar – Boreogadus saida.
Uma dica... Quando pretendem preparar um prato cujo o ingrediente seja bacalhau desfiado usem paloco desfiado. Isto porque sai muito mais em conta e se a receita for maravilhosa a maioria das pessoas não vai dar pela diferença, a não ser que seja um especialista. (ou que saiba, porque a nossa cabeça é incrível) Boas receitas ;-)